Dicas e curiosidades sobre cães e gatos

Aqui você encontra algumas informações sobre cuidados com seu pet.

 

Doenças Cardíacas em Cães e Gatos
 

Assim como nós, cães e gatos também sofrem de doenças do coração. Eles podem nascer com problemas cardíacos ou adquiri-los ao longo da vida.

 

Os primeiros sinais de que alguma coisa não vai bem incluem diminuição da capacidade de se exercitar, respiração rápida e ofegante, tosse ou "engasgos" e desmaios. Estes sinais, se não tratados, podem culminar em edema pulmonar, ascite (barriga d'água) e arritmias cardíacas graves, com morte súbita. Cães de meia idade a idosos são acometidos com maior frequência e podem ter o problema cardíaco por bastante tempo antes de manifestar sintomas que sua família consiga perceber.

 

O médico veterinário, muitas vezes, consegue detectar precocemente estas alterações em exames de rotina.

 

A evolução da medicina veterinária nos últimos anos tem proporcionado eficiência no diagnóstico e tratamento das doenças cardíacas de cães e gatos.

Para algumas doenças, a cirurgia cardíaca já é uma realidade. Para outras, o tratamento medicamentoso e nutricional é eficaz em aliviar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sobrevida do paciente.

 



 

Doenças Endócrinas em Cães e Gatos
 

A Endocrinologia Veterinária é a especialidade responsável pelo diagnóstico e tratamento de doenças que afetam as glândulas endócrinas (produtoras de hormônios).

 

Beber muita água, urinar exageradamente, apresentar apetite exacerbado, ganhar ou perder peso excessivamente, apresentar sonolência, procurar lugares mais quentes (ser “friorento”), manifestar aumento de volume abdominal, queda de pelo ou outras alterações dermatológicas são sinais compatíveis com distúrbios hormonais (doenças endócrinas).


 

Leishmaniose Visceral

                             

A Leishmaniose Visceral é uma doença grave que acomete o homem e outros animais. Ela é provocada por um protozoário (Leishmania chagasi) que é transmitido pela picada de um flebótomo (Lutzomyia longipalpis, conhecido como “mosquito-palha”) infectado.

 

O cão é o principal reservatório do protozoário, mas não o transmite diretamente ao homem. Outros animais como gatos e ratos também podem abrigar o protozoário e ser fonte de infecção para o flebótomo.

 

A melhor forma de lidar com a Leishmaniose é a prevenção. Algumas atitudes são cruciais para evitar que você ou seu animal sejam infectados:

 

    - Evitar passeios com os cães entre o por do sol e o nascer do sol;

    - Manter quintais livres de matéria orgânica (folhas, frutas, fezes de animais);

  - Utilizar repelentes nos cães de forma contínua (coleira inseticida, pipetas,          sprays);

    - Manter os cães em abrigo protegido durante a noite;

    - Aplicar a vacina contra Leishmaniose.

 

Se você tem alguma dúvida, esclareça-a com o médico veterinário.



 

Saúde Bucal

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 A saúde bucal dos animais é muito importante. O acúmulo excessivo de cálculo dentário pode provocar, além de mau hálito, gengivite, perda de dentes e doenças renais e cardíacas graves.

 

A higiene oral deve ser realizada em casa, com escova e creme dental de uso veterinário. Periodicamente, é necessário realizar a limpeza por ultrassom e o polimento dos dentes em clínica veterinária.

 

O que fazer?

            - escovar os dentes pelo menos três vezes na semana (com escova e creme dental próprios para animais);

            - ele não deixa escovar os dentes? Existem produtos próprios para a higiene bucal que podem ser utilizados sem a escovação;

            - a consulta de rotina permite ao médico veterinário avaliar precocemente  os dentes e a gengiva;

            - realizar a profilaxia oral conforme orientação do médico veterinário.

Vacinação e Vermifugação
 
Cães  e gatos estão sujeitos a adquirir doenças para as quais existe prevenção.
 
Algumas destas doenças são "zoonoses", ou seja, podem afetar seres humanos.
 
O calendário de vacinação e vermifugação sugerido pelo veterinário deve ser mantido rigorosamente em dia, de forma a manter o animal imunizado e saudável.
 
Somente o veterinário poderá indicar o melhor protocolo de prevenção para cada paciente, de acordo com sua espécie, idade, o ambiente em que vive e seu estado de saúde no momento da avaliação clínica.
Descarte de Medicamentos 
 
Você sabia que medicamentos não devem ser descartados no lixo comum? 
 
Eles podem ser encontrados por pessoas carentes ou crianças que, se fizerem uso indevido, correrão risco de reações adversas e intoxicações.
 
A pia e o  vaso sanitário também não oferecem descarte adequado, uma vez que as substâncias podem contaminar o solo, a água e até mesmo os animais.
 
O correto é entregar as sobras ou medicamentos vencidos em farmácias que já os recolhem voluntariamente ou em um posto de saúde - (UBS - Unidade Básica de Saúde).
 
Para obter mais informações, acesse www.anvisa.gov.br e procure o hotsite sobre descarte de medicamentos
 
Fonte: Revista ProTeste - Ano XIII - Nº141 - Nov/14

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